
Albin Roussin – Almirante francês que, no contexto da guerra do Império do Brasil contra as Províncias Unidas do Rio da Prata, forçou a barra da Baía de Guanabara com uma esquadra de três navios, Ultrapassando a defesa combinada constituída pela Fortaleza de Santa Cruz, pela Fortaleza de São João e pelo Forte da Laje, veio ancorar à vista do porto do Rio de Janeiro. Sob ameaça de bombardeio da então capital, exigiu do governo imperial uma satisfação (e o imediato pagamento) pelas perdas dos súbditos franceses, bem como a devolução de navios apreendidos na bacia do Prata por ocasião do bloqueio naval da Marinha do Brasil a Buenos Aires. Este oficial francês repetiria, poucos anos mais tarde, essa mesma operação em Portugal, no contexto das Guerras Liberais. Forçou a barra do rio Tejo tendo a esquadra do referido almirante ultrapassado a barreira do fogo cruzado da artilharia dos Forte de São Julião da Barra e do Forte de São Lourenço do Bugio, respondido ao fogo do Forte de Nossa Senhora das Mercês de Catalazete e ancorado no porto de Lisboa, onde apresou oito navios. Impôs então, ao soberano português, as condições humilhantes do Tratado de 14 de Julho de 1831. Foi ministro da Marinha e recebeu ao longo da sua carreira várias condecorações tais como,”A Grande Cruz da Legião de Honra”.
Aleixo Abreu – Nascido no século XVI. Foi o piloto português que capitaneou uma nau da armada de Manuel de Lacerda que, em 1527, viajou de Portugal à Índia. Esteve em Diu com D. Álvaro de Castro, que lhe confiaria uma missão junto de D. João de Castro, vice-rei da Índia.

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